30 março, 2008
25 março, 2008
Da Fonte Coberta com amor...
Alguém andou a "cuscar" o meu blog e deixou-me esta maravilhosa surpresa...
Conseguiste o que querias, arrancar um brilhozinho de felicidade e ao mesmo tempo um sorriso rasgado.
Conseguiste o que querias, arrancar um brilhozinho de felicidade e ao mesmo tempo um sorriso rasgado.
Música: Ashram, Sweet Autumn (part II)
24 março, 2008
Amêndoas doces...
21 março, 2008
20 março, 2008
Sape Gato - Dia Mundial contra o Racismo

Pipas & Max gozando a sombra da falsa pimenteira
...
A gata Milocas é uma gata branca...
A gata Milocas teve três gatinhos. Os gatinhos chamavam-se Bibim, Bombom e Zé Lucas.
O Bibim e o Bombom são todos brancos.
O Zé Lucas não é todo branco. Tem uma orelha preta.
O Zé Lucas está sempre a lavar a orelha preta, a ver se a orelha muda de cor. Mas a orelha não muda de cor. Continua preta.
Então o Zé Lucas resolve ir ao médico dos gatos.
- Senhor Doutor, tenho a orelha toda preta.
- Já vi - disse o doutor .- E que mais?
- Mais nada.
- A orelha dói-lhe?
- Não dói.
- Ouve mal?
- Oiço bem.
- Tem comichão?
- Não tenho comichão.
- Então?
- É preta. A minha orelha é preta.
- Quer que lhe corte a orelha?
- Isso não.
- Então?
- Senhor Doutor, queria ter a orelha branca.
O médico dos gatos encolheu os ombros, mas foi lá dentro preparar uma injecção.
Veio com a injecção e deu a injecção ao Zé Lucas.
O Zé Lucas disse:
- Ai.
Vai daí, a orelha que era preta ficou branca, muito branca.
Ficou a orelha branca, mas o corpo, que era branco, ficou preto - patas pretas, focinho preto, rabo preto. Todo preto, muito preto.
- Está contente? - perguntou-lhe o médico dos gatos.
- Estou - respondeu o Zé Lucas.
E estava mesmo!
António Torrado, escreveu
A gata Milocas teve três gatinhos. Os gatinhos chamavam-se Bibim, Bombom e Zé Lucas.
O Bibim e o Bombom são todos brancos.
O Zé Lucas não é todo branco. Tem uma orelha preta.
O Zé Lucas está sempre a lavar a orelha preta, a ver se a orelha muda de cor. Mas a orelha não muda de cor. Continua preta.
Então o Zé Lucas resolve ir ao médico dos gatos.
- Senhor Doutor, tenho a orelha toda preta.
- Já vi - disse o doutor .- E que mais?
- Mais nada.
- A orelha dói-lhe?
- Não dói.
- Ouve mal?
- Oiço bem.
- Tem comichão?
- Não tenho comichão.
- Então?
- É preta. A minha orelha é preta.
- Quer que lhe corte a orelha?
- Isso não.
- Então?
- Senhor Doutor, queria ter a orelha branca.
O médico dos gatos encolheu os ombros, mas foi lá dentro preparar uma injecção.
Veio com a injecção e deu a injecção ao Zé Lucas.
O Zé Lucas disse:
- Ai.
Vai daí, a orelha que era preta ficou branca, muito branca.
Ficou a orelha branca, mas o corpo, que era branco, ficou preto - patas pretas, focinho preto, rabo preto. Todo preto, muito preto.
- Está contente? - perguntou-lhe o médico dos gatos.
- Estou - respondeu o Zé Lucas.
E estava mesmo!
António Torrado, escreveu
19 março, 2008
13 março, 2008
A Ti...

" ... Nunca quis saber nunca quis acreditar
Que tu irias partir não podias cá ficar
nunca quis escutar muito menos quis ouvir
O teu silêncio que avisava a intenção de não voltar
Podes crer
Bem que me disseram para nunca me agarrar a uma pessoa a um lugar
Podes crer
Se um homem nunca chora para que servem estes olhos se não podem mais te ver
Queria ver queria saber
O que fazias tu que estás aqui a observar
Tás a ver tás a perceber
Pode ser que um dia a gente volte a se encontrar
Agora embora, agora sem demora
Deixa-me ficar aqui sozinho p’ra pensar
Embora agora que a minha alma chora
Como disse alguém
Vou-me perder para me encontrar
...
Pede-me que fique mais
Por um segundo eterno
Como se quisesse ter
O meu beijo terno
Aperta-me a mão
Ri por um instante
Deixo-me ficar
Só por esse instante"
Dois Lados do Mesmo Adeus
Letra: Manuel Lourenço e Miguel A. Majer
11 março, 2008
Lado A Lado
"Somos dois caminhos paralelos
Vamos pela vida lado a lado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Nem sei qual é de nós mais desgraçado
Lado a lado meu amor mas tão longe
Como é grande a distância entre nós
O que foi que se passou entre nós dois que nos separou
Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim
Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
Indiferença entre nós quem diria
Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado
E nós ambos sem amor lado a lado
Fomos no passado um só destino
Somos um amor desencontrado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Não sei qual é de nós mais desgraçado"
Donna Maria
Música: Nobrega e Sousa
Letra: Jeronimo Bragança
10 março, 2008
05 março, 2008
03 março, 2008
01 março, 2008
O Olhar
A meu favor tenho o teu olhar
testemunhando por mim
perante juízes terríveis:
a morte, os amigos, os inimigos.
E aqueles que me assaltam
à noite na solidão do quarto
refugiam-se em fundos sítios dentro de mim
quando de manhã o teu olhar ilumina o quarto.
Protege-me com ele, com o teu olhar,
dos domónios da noite e das aflições do dia,
fala em voz alta, não deixes que adormeça,
afasta de mim o pecado da infelicidade.
Manuel António Pina
in «Algo Parecido Com Isto, Da Mesma Substância»
testemunhando por mim
perante juízes terríveis:
a morte, os amigos, os inimigos.
E aqueles que me assaltam
à noite na solidão do quarto
refugiam-se em fundos sítios dentro de mim
quando de manhã o teu olhar ilumina o quarto.
Protege-me com ele, com o teu olhar,
dos domónios da noite e das aflições do dia,
fala em voz alta, não deixes que adormeça,
afasta de mim o pecado da infelicidade.
Manuel António Pina
in «Algo Parecido Com Isto, Da Mesma Substância»
27 fevereiro, 2008
20 fevereiro, 2008
14 fevereiro, 2008
12 fevereiro, 2008
11 fevereiro, 2008
10 fevereiro, 2008
08 fevereiro, 2008
Tu
Isto és tu. O tormento. Uma linha desgovernada, que corre como luz e nunca tem fim.
Tu és o caminho por onde sigo mesmo sem saber; o lugar onde descanso; o lençol que se enrola à minha volta e me leva, quando preciso dormir.
Fazes-me rir. Fazes-me chorar. Fazes-me viver.
Tu és isto. Eu só sei isto. És o meu amor. Por ti tudo serei.
Para ti, tudo hei-de conseguir. Não é por amor. É só porque eu, sem ti, nada sou...
Tu és o caminho por onde sigo mesmo sem saber; o lugar onde descanso; o lençol que se enrola à minha volta e me leva, quando preciso dormir.
Fazes-me rir. Fazes-me chorar. Fazes-me viver.
Tu és isto. Eu só sei isto. És o meu amor. Por ti tudo serei.
Para ti, tudo hei-de conseguir. Não é por amor. É só porque eu, sem ti, nada sou...
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