27 maio, 2008
25 maio, 2008
22 maio, 2008
Recordações de infância...
Apresento-vos a Fedra e o Pavel.
Estes amorosos bonecos de trapos feitos pela minha irmã já devem ter uns 20 anitos.
Recordo-me perfeitamente de a ver entretida a fazer estes bonecos coloridos, rodeada de pequenos tecidos de vários padrões e cores, moldes em papel vegetal, linhas, lãs, tintas, tesoura e agulhas.
Agora o tempo é curto e ficam as recordações. Quem sabe um dia...
21 maio, 2008
pequenos romances
Queimei os pequenos romances
da colecção coração de ouro
só restava o nosso
sabias que não seria duradouro
pequenos romances
rodeei-me dos teus objectos favoritos
agora já não me sinto tão culpada
organizei o remorso
não encontrei absolutamente nada
um dia é provável que te volte a amar
mas espero que nesse dia
seja tarde demais
A Naifa
13 maio, 2008
Novo desafio!!!
A Roselha fez parte da primeira aventura em ir à "caça"...
Os Amigos que habitualmente visitam este lugar deram a resposta e mesmo assim houve um dito falso expert em botânica que teimava distabilizar a nossa aventura.
Aqui vai o novo desafio. Quem me diz o nome desta bonita flor???
Os Amigos que habitualmente visitam este lugar deram a resposta e mesmo assim houve um dito falso expert em botânica que teimava distabilizar a nossa aventura.
Aqui vai o novo desafio. Quem me diz o nome desta bonita flor???
12 maio, 2008
11 maio, 2008
Irish Wildflower Mix
Esta bonita e colorida embalagem veio de longe... mais precisamente Dublin, talvez a 2500 km daqui. Uma oferta de um amigo...
Contendo uma mistura de várias e pequenas sementesinhas de flores selvagens.
Este acontecimento já devia ter sido colocado aqui, mas só hoje é que arranjei disposição e tempo para escrever um post sobre esta minha tarefa.
No dia 06 de Abril, dediquei-me à jardinagem e mãos à terra. A minha ideia seria lançar estas pequenas sementes no nosso jardim & horta junto do limoeiro, os morangueiros silvestres, o alecrim, o buxo, a azália e outras plantinhas.
Mas, surgiu um pequeno problema... este pequeno cantinho de terra é nem mais nem menos um dos locais preferidos do Pipas e do Max, porque aqui eles adoram esgravatar, brincar às escondidas e o mais grave adoram comê-las, de preferência as plantas mais tenrinhas.
Assim, mudança de planos e para que as pequeninas sementes pudessem crescer em paz, nada melhor que mudar o local. Um vaso...
No dia 06 de Abril, dediquei-me à jardinagem e mãos à terra. A minha ideia seria lançar estas pequenas sementes no nosso jardim & horta junto do limoeiro, os morangueiros silvestres, o alecrim, o buxo, a azália e outras plantinhas.
Mas, surgiu um pequeno problema... este pequeno cantinho de terra é nem mais nem menos um dos locais preferidos do Pipas e do Max, porque aqui eles adoram esgravatar, brincar às escondidas e o mais grave adoram comê-las, de preferência as plantas mais tenrinhas.
Assim, mudança de planos e para que as pequeninas sementes pudessem crescer em paz, nada melhor que mudar o local. Um vaso...
Colocou-se a terra, as sementes foram lançadas e no final reguei o pequeno canteiro. De acordo com as "Growing instructions" a germinação inicia-se dentro de 10-40 dias.
Foto: tirada no dia 01 de Maio.
06 maio, 2008
04 maio, 2008
Flores do campo
No dia 1 de Maio,
o dia internaional do trabalhador,
a quinta-feira da Ascensão,
o dia da espiga...
Cheguei à Fonte Coberta e como a casa estava silenciosa, saí porta fora e fui ao encontro das meninas... Andavam elas entretidas no meio do campo apanhar a espiga e outras flores campestres e eis o resultado, os ramos da Sara, Maria João e Inês.
Cada elemento simboliza um desejo:
- A espiga, que haja pão, isto é, que nunca falte comida, que haja abundância em cada lar.
- O ramo de folhas de oliveira, que haja paz.
- Flores, que haja alegria, simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila «traz» amor e vida e o alecrim «traz» saúde e força.
o dia internaional do trabalhador,
a quinta-feira da Ascensão,
o dia da espiga...
Cheguei à Fonte Coberta e como a casa estava silenciosa, saí porta fora e fui ao encontro das meninas... Andavam elas entretidas no meio do campo apanhar a espiga e outras flores campestres e eis o resultado, os ramos da Sara, Maria João e Inês.
Cada elemento simboliza um desejo:
- A espiga, que haja pão, isto é, que nunca falte comida, que haja abundância em cada lar.
- O ramo de folhas de oliveira, que haja paz.
- Flores, que haja alegria, simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila «traz» amor e vida e o alecrim «traz» saúde e força.
30 abril, 2008
Menina de Lisboa...

Outro dia especial e desta vez dedico um post à minha companheira de viagens...
A ti, os meus Parabéns e desejos de Belos e Felizes anos...
....
Menina Lisboa
Você é daquelas
Que em noite de Lua
Namoram os craveiros
Das altas janelas
Que deitam p´ra rua
E baila no vira
Que vira e não cansa
Pela Madragoa
Agora é que eu vejo
Você também dança
Menina Lisboa
...
Repertório Amália Rodrigues
Letra de: Amadeu do Vale
Música de: Raul Ferrão
24 abril, 2008
Ao Viajante...
No meu dia ofereceste-me flores...
muitos PARABÉNS e que este dia seja bem passado, pelo menos à tua maneira!!!
e hoje é a minha vez de retribuir o mimo, flores do meu jardim.
A ti Viajante,muitos PARABÉNS e que este dia seja bem passado, pelo menos à tua maneira!!!
17 abril, 2008
Amor como em casa
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraída percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
Manuel António Pina
13 abril, 2008
Um rapaz mal desenhado
gostei de o ter por cá
o teu corpo delicado e quente
um rapaz mal desenhado
...
...
depois de tão belo começo
a dar-me a mão por debaixo da mesa
eu bem sei que não o mereço
ambiciono um coração
perco a noção da subtileza
sabes que nunca te encorajei
levanta-te e paga a despesa
(perdoa-me a indelicadeza)
não julgues que não tentei
és pouco para tanto desejo
e é toda tua a culpa
dos embaraços em que me vejo"
_m.r.t. (A Naifa)
08 abril, 2008
06 abril, 2008
Chegou a Primavera!!!
Chegou a Primavera e com ela traz o canto dos pássaros e o desabrochar das flores de mil e uma cores.
É a estação em que nos sentimos mais leves e prontos para sair, passear, viajar, conviver com os amigos, partir para novas experiências e para sair da toca à caça de novas aventuras!
Aqui fica a aventura para ir à "caça". Quem me diz o nome desta bonita flor???
02 abril, 2008
Segue o teu destino
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Ricardo Reis
30 março, 2008
25 março, 2008
Da Fonte Coberta com amor...
Alguém andou a "cuscar" o meu blog e deixou-me esta maravilhosa surpresa...
Conseguiste o que querias, arrancar um brilhozinho de felicidade e ao mesmo tempo um sorriso rasgado.
Conseguiste o que querias, arrancar um brilhozinho de felicidade e ao mesmo tempo um sorriso rasgado.
Música: Ashram, Sweet Autumn (part II)
24 março, 2008
Amêndoas doces...
21 março, 2008
20 março, 2008
Sape Gato - Dia Mundial contra o Racismo

Pipas & Max gozando a sombra da falsa pimenteira
...
A gata Milocas é uma gata branca...
A gata Milocas teve três gatinhos. Os gatinhos chamavam-se Bibim, Bombom e Zé Lucas.
O Bibim e o Bombom são todos brancos.
O Zé Lucas não é todo branco. Tem uma orelha preta.
O Zé Lucas está sempre a lavar a orelha preta, a ver se a orelha muda de cor. Mas a orelha não muda de cor. Continua preta.
Então o Zé Lucas resolve ir ao médico dos gatos.
- Senhor Doutor, tenho a orelha toda preta.
- Já vi - disse o doutor .- E que mais?
- Mais nada.
- A orelha dói-lhe?
- Não dói.
- Ouve mal?
- Oiço bem.
- Tem comichão?
- Não tenho comichão.
- Então?
- É preta. A minha orelha é preta.
- Quer que lhe corte a orelha?
- Isso não.
- Então?
- Senhor Doutor, queria ter a orelha branca.
O médico dos gatos encolheu os ombros, mas foi lá dentro preparar uma injecção.
Veio com a injecção e deu a injecção ao Zé Lucas.
O Zé Lucas disse:
- Ai.
Vai daí, a orelha que era preta ficou branca, muito branca.
Ficou a orelha branca, mas o corpo, que era branco, ficou preto - patas pretas, focinho preto, rabo preto. Todo preto, muito preto.
- Está contente? - perguntou-lhe o médico dos gatos.
- Estou - respondeu o Zé Lucas.
E estava mesmo!
António Torrado, escreveu
A gata Milocas teve três gatinhos. Os gatinhos chamavam-se Bibim, Bombom e Zé Lucas.
O Bibim e o Bombom são todos brancos.
O Zé Lucas não é todo branco. Tem uma orelha preta.
O Zé Lucas está sempre a lavar a orelha preta, a ver se a orelha muda de cor. Mas a orelha não muda de cor. Continua preta.
Então o Zé Lucas resolve ir ao médico dos gatos.
- Senhor Doutor, tenho a orelha toda preta.
- Já vi - disse o doutor .- E que mais?
- Mais nada.
- A orelha dói-lhe?
- Não dói.
- Ouve mal?
- Oiço bem.
- Tem comichão?
- Não tenho comichão.
- Então?
- É preta. A minha orelha é preta.
- Quer que lhe corte a orelha?
- Isso não.
- Então?
- Senhor Doutor, queria ter a orelha branca.
O médico dos gatos encolheu os ombros, mas foi lá dentro preparar uma injecção.
Veio com a injecção e deu a injecção ao Zé Lucas.
O Zé Lucas disse:
- Ai.
Vai daí, a orelha que era preta ficou branca, muito branca.
Ficou a orelha branca, mas o corpo, que era branco, ficou preto - patas pretas, focinho preto, rabo preto. Todo preto, muito preto.
- Está contente? - perguntou-lhe o médico dos gatos.
- Estou - respondeu o Zé Lucas.
E estava mesmo!
António Torrado, escreveu
19 março, 2008
13 março, 2008
A Ti...

" ... Nunca quis saber nunca quis acreditar
Que tu irias partir não podias cá ficar
nunca quis escutar muito menos quis ouvir
O teu silêncio que avisava a intenção de não voltar
Podes crer
Bem que me disseram para nunca me agarrar a uma pessoa a um lugar
Podes crer
Se um homem nunca chora para que servem estes olhos se não podem mais te ver
Queria ver queria saber
O que fazias tu que estás aqui a observar
Tás a ver tás a perceber
Pode ser que um dia a gente volte a se encontrar
Agora embora, agora sem demora
Deixa-me ficar aqui sozinho p’ra pensar
Embora agora que a minha alma chora
Como disse alguém
Vou-me perder para me encontrar
...
Pede-me que fique mais
Por um segundo eterno
Como se quisesse ter
O meu beijo terno
Aperta-me a mão
Ri por um instante
Deixo-me ficar
Só por esse instante"
Dois Lados do Mesmo Adeus
Letra: Manuel Lourenço e Miguel A. Majer
11 março, 2008
Lado A Lado
"Somos dois caminhos paralelos
Vamos pela vida lado a lado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Nem sei qual é de nós mais desgraçado
Lado a lado meu amor mas tão longe
Como é grande a distância entre nós
O que foi que se passou entre nós dois que nos separou
Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim
Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
Indiferença entre nós quem diria
Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado
E nós ambos sem amor lado a lado
Fomos no passado um só destino
Somos um amor desencontrado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Não sei qual é de nós mais desgraçado"
Donna Maria
Música: Nobrega e Sousa
Letra: Jeronimo Bragança
10 março, 2008
05 março, 2008
03 março, 2008
01 março, 2008
O Olhar
A meu favor tenho o teu olhar
testemunhando por mim
perante juízes terríveis:
a morte, os amigos, os inimigos.
E aqueles que me assaltam
à noite na solidão do quarto
refugiam-se em fundos sítios dentro de mim
quando de manhã o teu olhar ilumina o quarto.
Protege-me com ele, com o teu olhar,
dos domónios da noite e das aflições do dia,
fala em voz alta, não deixes que adormeça,
afasta de mim o pecado da infelicidade.
Manuel António Pina
in «Algo Parecido Com Isto, Da Mesma Substância»
testemunhando por mim
perante juízes terríveis:
a morte, os amigos, os inimigos.
E aqueles que me assaltam
à noite na solidão do quarto
refugiam-se em fundos sítios dentro de mim
quando de manhã o teu olhar ilumina o quarto.
Protege-me com ele, com o teu olhar,
dos domónios da noite e das aflições do dia,
fala em voz alta, não deixes que adormeça,
afasta de mim o pecado da infelicidade.
Manuel António Pina
in «Algo Parecido Com Isto, Da Mesma Substância»
27 fevereiro, 2008
20 fevereiro, 2008
14 fevereiro, 2008
12 fevereiro, 2008
11 fevereiro, 2008
10 fevereiro, 2008
08 fevereiro, 2008
Tu
Isto és tu. O tormento. Uma linha desgovernada, que corre como luz e nunca tem fim.
Tu és o caminho por onde sigo mesmo sem saber; o lugar onde descanso; o lençol que se enrola à minha volta e me leva, quando preciso dormir.
Fazes-me rir. Fazes-me chorar. Fazes-me viver.
Tu és isto. Eu só sei isto. És o meu amor. Por ti tudo serei.
Para ti, tudo hei-de conseguir. Não é por amor. É só porque eu, sem ti, nada sou...
Tu és o caminho por onde sigo mesmo sem saber; o lugar onde descanso; o lençol que se enrola à minha volta e me leva, quando preciso dormir.
Fazes-me rir. Fazes-me chorar. Fazes-me viver.
Tu és isto. Eu só sei isto. És o meu amor. Por ti tudo serei.
Para ti, tudo hei-de conseguir. Não é por amor. É só porque eu, sem ti, nada sou...
Hoje de manhã saí muito cedo
Hoje de manhã saí muito cedo,
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar.
Alberto Caeiro
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar.
Alberto Caeiro
03 fevereiro, 2008
31 janeiro, 2008
Expressividade - Sempre para sempre (Donna Maria)
Hoje é diferente... descobri este poema e não resisti em colocá-lo aqui. É belo!!! Falar de amor nunca foi e nunca será fácil...
29 janeiro, 2008
Um certo acontecimento...
A todos um muito OBRIGADA...
Pelo brinde e a companhia das 00h00, um post de luxo e florido, as mensagens escritas e em especial às dos madrugadores, pelo melhor beijo do mundo, os presentes, o maravilhoso almoço e os telefonemas constantes cheios de palavras doces e coloridas.
Este foi o meu tempo, marcado por longas horas felizes.
Pelo brinde e a companhia das 00h00, um post de luxo e florido, as mensagens escritas e em especial às dos madrugadores, pelo melhor beijo do mundo, os presentes, o maravilhoso almoço e os telefonemas constantes cheios de palavras doces e coloridas.
Este foi o meu tempo, marcado por longas horas felizes.
27 janeiro, 2008
O amor é uma companhia
O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro
22 janeiro, 2008
Isto
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
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